Em pelo século XXI, onde os avanços científicos e
tecnológicos por vezes deixaram perplexas as gerações que vieram antes dessa
explosão de novas mídias, equipamentos técnicos, o nosso país ainda se depara
com uma realidade no mínimo controversa no que se refere a do analfabetismo de
jovens e adultos.
De
acordo com os dados do IBGE, através Pnad continua 2016 (Pesquisa Nacional por
amostra de domicílios) o Brasil tem 11,8 milhões de analfabetos maiores de 15
anos, o que corresponde a 7,2% dessa população.
“Quem
são eles?” “Como vivem?” “Onde estão?”
O tempo
em que vivemos é também (entre outras denominações), chamado de “era do
conhecimento”. Entender como esses jovens e adultos se relacionam e sobrevivem
num mundo letrado, passa pela compreensão de que a leitura e escrita são apenas
uma parcela do conhecimento de mundo que o ser humano constrói e reconstrói
para agir e se adaptar a essa sociedade. Como aponta Paulo Freire.
“Cada
homem está situado no espaço e no tempo, no sentido que vive numa época
precisa, num lugar preciso, num contexto social e cultural preciso...”
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