Temos o privilégio e o desafio de viver em um tempo onde os avanços
tecnológicos, especialmente nas áreas de informação e comunicação, avançam e se
aperfeiçoam de maneira cada vez mais rápida, que há algumas décadas era
considerado impensável hoje está nas nossas casas.
Mas é isso, à primeira vista, é no mínimo surpreendente, com um
pouco mais de atenção pode se tornar um problema. Primeiro porque o acesso a
essas tecnologias não é universal e, ao contrário do que se pensa, ao invés de
promover a igualdade de oportunidades à informação, conhecimento e técnica,
parece criar uma distância ainda maior entre aqueles que controlam a tecnologia
e aqueles que apenas consomem.
E também porque a maioria de nós não parece estar preparado para
lidar de maneira consciente e crítica em meio a tanta informação.
1-
Aqui, a meu ver, entra o
papel da escola. Ela precisa se apropriar dos avanços tecnológicos também para
cumprir seu papel de formar pessoas críticas e autônomas e capazes de intervir
nessa sociedade aparentemente tão conectada e tão desigual.
2-
Pierre Lévy defende que, no
mar de informações em rede, é preciso auxiliar o aluno a definir prioridades, a
filtrar e selecionar fontes confiáveis e sintetizar os argumentos escolhidos, a
construir um discurso autoral que dialogue com outras referências.
3-
“A integração das TICs aos
processos educacionais é uma das transformações necessárias para que esteja em
sintonia com as demandas geradas pelas mudanças sociais típicas da sociedade
contemporânea de economia globalizada e cultura mundializada.” (BELLONI, 2006,
p.10).
Além disso as novas tecnologias quando usadas dentro de um
planejamento sério e voltado para a aprendizagem, podem ser uma eficiente
ferramenta para:
Ø Facilitar a aprendizagem;
Ø Torná-la mais lúdica e cooperativa;
Redimensionar o
espaço escolar tornando-o aberto e flexív
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