Hoje, depois de conviver e trabalhar com algumas dessas crianças e fazer as leituras e reflexões sugeridas na interdisciplina "Educação de pessoas com necessidades educacionais especiais", vejo o quanto esse pensamento era ingênuo e até mesmo pernicioso para orientar a prática ao lidar com inclusão.
Apesar dos laudos e diagnósticos, cada criança (deficiente ou não) é única no seu desenvolvimento, mas suas vivências nas suas experiências e nas suas relações.
Os especialistas, por sua formação, geralmente vêem a deficiência antes de ver o ser humano.
Cabe a nós, na escola, enxergar um ser humano com emoções, capacidades, expectativas que tem o direito de aprender para se tornar um cidadão autônomo, produtivo e feliz.
Como fazê-lo? Eis o desafio.
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