Fracasso nas reformas educacionais promovidas pelos governos
de deve:
Ø
Falta envolvimento no planejamento de quem
realmente as põe na prática;
Ø
Falta articulação entre as medidas;
Ø
Falta um planejamento global que faça a ligação
entre as ações;
Ø
Falta continuidade nas ações.
Exemplo:
A formação do “pacto pela alfabetização” busca através da
formação, instrumentalizar os professores para melhorar a qualidade e os
índices de avaliação no processo inicial de escolarização. Traz novos
referenciais para se trabalhar essa fase tão importante (a mais importante) da
aprendizagem, no entanto, como a exigência da formação foi imposta aos professores
alfabetizadores, sem saberem realmente do que se tratava, criou uma hostilidade
inicial à proposta.
Além disso, os governos têm sido bastante ineficientes na
sua contrapartida (bolsas dos professores, materiais pedagógicos, tempo para
estudo). Isso aumenta ainda mais nossa resistência em cooperar e, quando parece
que a “coisa está engrenando” param as formações, começa o diz que me diz que e
vem à incerteza sobre a continuidade da proposta. Mais uma vez a educação refém
da economia e da política.
Rosângela!
ResponderExcluirRealmente nos questionamos o porquê a educação não avança, e assim, penso que são inúmeros fatores, tanto políticos e sociais.
Nós, professores, fizemos um trabalho "formiguinha" mas ainda temos a esperança de um futuro melhor.
Abraços Fran
Realmente, os governos fazem cada uma...
ResponderExcluir