Pensar sobre a alfabetização é pensar no meu fazer profissional de todos os dias. Nenhuma turma, nenhum aluno, nenhum desafio é igual a outro. É um trabalho apaixonante, mas que exige que estejamos sempre nos avaliando, nos questionando, sempre nos reinventando.
Sabemos que, a menos que haja alguma limitação funcional (síndromes, paralisia cerebral, etc.) todas as crianças são capazes de aprender a ler e a escrever. O desafio é descobrir a maneira de ajudar cada uma a fazê-lo, já que algumas parecem querer derrubar essa convicção.
Em uma das escolas que trabalho, tenho uma turma de quarto ano. Avaliando a leitura deles, podemos observar que a maioria deles consegue apenas decodificar as palavras (alguns com bastante dificuldade); e apenas alguns conseguem encontrar informações diretas num texto.
Tenho tentada inúmeras estratégias, tanto para melhorar a fluência da leitura, como a capacidade de interpretação (letramento), mas vejo poucos progressos. Parece que não consigo chegar até eles. Ficam apáticos e fazem tudo de qualquer jeito.
Como chegar até eles? Como estimular essas crianças? Como dar a essas crianças, tão carentes de sonhos e ambição, as mesmas oportunidades daquelas que desde cedo tem o mundo da leitura e escrita como parte do seu mundo?
Olá Rosangela. Como realizar um letramento eficiente junto aos alunos? Abç!
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